Velas, chicotes, algemas. Esses são alguns dos itens indispensáveis para muitos casais que praticam o sadomasoquismo. Um jogo de poder e sedução no qual é preciso um submisso e um sádico que realmente sintam prazer nessa prática.

Se você não conhece nada desse universo, mas tem curiosidade, saiba que não está sozinha. Tanto é que a trilogia “50 Tons de Cinza”, da escritora inglesa Erika Leonard James, fez enorme sucesso. Aliás, tornando-se best seller em todo mundo.

Por outro lado, se você já pesquisou a respeito e tem muita vontade de experimentar, proponha ao seu parceiro! Não tem nada demais em tentar algo diferente na relação. Talvez seja isso que esteja faltando para sacudir de vez a rotina de vocês na cama!

Um jogo de prazer. Não de dor!

Sadomasoquismo: o que você acha da ideia?

Para que dê certo, a prática do sadomasoquismo deve ser consensual. A ideia é sentir prazer e não dor. Por isso, antes de iniciar qualquer joguinho, é imprescindível combinar os limites.

Também é importante salientar que os praticantes, em sua maioria, não apresentam atitudes agressivas no dia a dia. Ou seja, é uma prática restrita ao sexo. Não se pode, de maneira alguma, confundir sadomasoquismo com agressão.

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Quem é quem?

Sadomasoquismo: o que você acha da ideia?

Pode parecer estranho, mas há quem goste de usar coleira. Também de cumprir ordens um tanto inusitadas como lamber os sapatos de seu dominador ou até ser pisoteado com um salto agulha. Se você acredita que conseguiria sentir prazer dessa forma, então o seu papel será o de submissa.

Se, pelo contrário, a ideia for chicotear, dar tapas, amarrar, pisotear e tratar o parceiro como um verdadeiro escravo sexual… então você é a dominadora.


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As práticas mais comuns do sadomasoquismo

Sadomasoquismo: o que você acha da ideia?

Depois de definir com o parceiro quem é quem dentro desse jogo de prazer, é hora de conhecer as práticas mais comuns. São nomes que talvez você nunca tenha ouvido falar.

Uma das ações mais comuns de dominação é o bondage, que consiste no prazer de ser amarrado – pode ser com qualquer objeto. Imobilizado, o submisso sente que está ao dispor do dominador (que pode chicotear, beijar, beliscar, enfim, usar  imaginação), o que lhe provoca excitação.

Outra prática muito comum e com o mesmo objetivo do bondage é o shibari. O nome vem do verbo amarrar em japonês, no entanto, a técnica é um pouco mais apurada. Os nós feitos com a corda são mais difíceis de serem desfeitos.

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As duas práticas anteriores são um pouco mais brandas se comparadas ao bukkake. Ela exige que a mulher fique amarrada de joelhos enquanto o parceiro ejacula em seu rosto. Talvez, seja mais indicada para quem já pratica o sadomasoquismo há mais tempo…

Diferente das anteriores, o spanking consiste no ato de bater com as mãos, chicote, vara, palmatória ou um chinelo durante o ato sexual. Também é uma prática mais indicada para quem já tem mais experiência no assunto, pois realmente pode machucar.

A prática sadomasoquista pode apimentar e muito a sua relação. É imprescindível, porém, que todas as ações sejam consensuais. Converse bastante com o seu parceiro para que vocês saibam exatamente quais os limites a serem respeitados.

Se perceber que não fica nem um pouco à vontade, pode apenas sugerir alguns joguinhos como um tapinha de leve ou algemas. Enfim, brincadeiras que te deixem excitada, e não nervosa.

Lembre-se sempre que o sexo só é bom quando o prazer é compartilhado, seja da maneira que for!

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Dra. Vânia Machado
Dra. Vânia Machado

Eu sou a Drª Vania Machado, psicóloga terapeuta sexual, mestre em psicopatologia clinica e psicologia da saúde. Há mais de 20 anos venho ajudando as mulheres a recuperar seu desejo sexual e já perdi a conta de quantos casamentos foram salvos de ir por água abaixo por causa de brigas e traições que começaram com um simples problema conjugal. Atualmente ajudo mulheres de todas as idades superarem crises no relacionamento e disfunções sexuais. Precisa de ajuda profissional? clique aqui e marque uma consulta comigo.