A sexualidade feminina é um assunto que atrai dúvidas de muitas pessoas. Sejam elas homens ou mulheres. Isso porque tudo o que envolve a vida sexual da mulher ainda é tratado de forma muito cheia de pudores. Masturbação, prazer e liberdade sexual femininos ainda são tabus para muitos. Há vários tabus relacionados à sexualidade feminina e psicofármacos.

Certamente muitas informações muito importantes para a garantia de uma vida pessoal e amorosa saudável não chegam ao grande público feminino.

Desinformação sobre psicofármacos

Entenda a relação dos psicofármacos e a sexualidade feminina

Quando o assunto é sexo, a desinformação é uma das maiores vilãs. As consequências são variáveis e podem ser desde pequenos mal entendidos até grandes frustrações.

Por exemplo, quando a falta de desejo sexual torna-se constante na vida da mulher. Assim, o casal deixa de fazer sexo tanto – ou quanto – quanto gostaria.

Pesquisar as causas e tomar atitudes para melhorá-las parecem ações óbvias. Porém, muitas vezes o casal nessa situação se sente constrangido para dar o primeiro passo.

Desmotivados, eles deixam de buscar as razões para a falta de libido feminina e se acomodam com antigas ideias (ultrapassadas). Muitas delas na linha de que é normal a mulher não gostar tanto de sexo.

Acontece que o organismo humano é muito complexo! Além disso, quando uma mulher passa por uma fase de falta de desejo sexual, ela pode estar sofrendo consequências nada relacionadas ao seu sexo propriamente dito.

Um destes casos é quando ela está sob medicação de psicofármacos.

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Procurando as causas

Quando uma mulher nota que seu corpo não está mais reagindo da mesma forma aos estímulos sexuais, o ideal é descobrir as causas.

Pode ser algo passageiro por conta de um momento de estresse acentuado na semana ou até algo mais grave e duradouro. Além disso é possível ser trauma! Por isso é importante que se busque os motivos do bloqueio para que se saiba como superá-lo.

Um dos fatores que podem influenciar negativamente no apetite sexual feminino são as disfunções de ordem psíquica e emocional. Como por exemplo a depressão, uma das doenças mais comuns na contemporaneidade.

Essas doenças são combatidas através da ação conjunta de especialistas – psicólogos e psiquiatras. E pela indicação de medicamentos conhecidos como psicofármacos, feita exclusivamente por psiquiatras

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Entendo a contradição

Entenda a relação dos psicofármacos e a sexualidade feminina

Infelizmente algumas pessoas, ao tomarem remédios, sofrem de forma mais ou menos acentuada os seus efeitos colaterais. Com os psicofármacos não teria por que ser diferente.

Contraditoriamente, o mesmo medicamento que para algumas pessoas pode trazer de volta a normalidade para a vida sexual, pode também ser fonte de disfunções sexuais.

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Sua relação com os psicofármacos

Isso, claro, não é regra, depende da resposta de cada organismo, do tempo de ingestão e da dose prescrita.

Se você suspeita que este pode ser o seu caso, é importante que você informe o seu médico e converse com ele antes de abandonar o tratamento.

Juntos, vocês podem encontrar uma forma de tentar conciliar o tratamento a uma vida sexual satisfatória.

Algumas soluções possíveis são a diminuição da dose, a redução da frequência de ingestão ou tentar novos medicamentos.

Procure um profissional de confiança e tenha sempre em mente que uma vida sexual saudável é possível para todos!

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Dra. Vânia Machado
Dra. Vânia Machado

Eu sou a Drª Vania Machado, psicóloga terapeuta sexual, mestre em psicopatologia clinica e psicologia da saúde. Há mais de 20 anos venho ajudando as mulheres a recuperar seu desejo sexual e já perdi a conta de quantos casamentos foram salvos de ir por água abaixo por causa de brigas e traições que começaram com um simples problema conjugal. Atualmente ajudo mulheres de todas as idades superarem crises no relacionamento e disfunções sexuais. Precisa de ajuda profissional? clique aqui e marque uma consulta comigo.